Ao me pegar refletindo, concluir que de fato os problemas atuais, em sua grande maioria, são de ordem emocional. Não ouso dizer as possíveis origens pela minha impropriedade técnica nesse assunto, mas como bom observador, os problemas e carências emocionais estão crescentes e gritantes.
Tomo como referencia as ALGUNAS PESSOAS PROXIMAS. Em geral amigos (ou coitados dessa categoria, desde o primeiro post eles são castigados), uns com necessidades de auto-afirmação, outros com humor oscilante, e, de forma sucinta, desde o ego auto-inflado à baixa estima. Não sei ao certo até que ponto é aceitável, mas tenho classificado como preocupante. Isto posto, pela notória interferência com os meus relacionamentos interpessoais com tais pessoas.
Claro, também me questiono onde de fato sou responsável pelas interferências.
De qualquer sorte, deixo claro que não sou responsável pelas oscilações de humor de uns, tão pouco pelo ego desproporcional de terceiros sobre os quartos, a tal ponto de achar que tem o rei verdadeiro na barriga, tão pouco não me cabe elevar a estima de Sr. e sra. Nenhum.
Pois é, chegou ao ponto de me cobrarem o preenchimento dessas lacunas: NÃO SOU RESPONSAVEL PELA EDUCAÇAO DE NINGUEM, não sou obrigado a me render numa disputa de ego para que alguém com baixa-estima se elevem e se afirme, seja no twitter ou em qualquer meio de comunicação como o simples celular que não pude atender.
Se outra quarta, quinta, sexta pessoa é mal educada ou oscila o humor, não cabe a mim, e sim, no mínimo, a mãe com educação domestica ou psicólogo em casos extremos.
Sou responsável tão somente pelos meus atos, os quais me permitem dormir tranqüilo e acordar com um humor maravilhoso. Sou, também, responsável pelos meus (mãe, irmão e sobrinho) solidariamente. Ao mundo, só me resta recomendar terapia, ar fresco, exercício e sei lá... uma dose de HUMOR.
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